15 de jul de 2008

Não é tarefa fácil; ser Mãe


Partilhando estudos relativos à difícil tarefa de educar, como este estudo de comportamentos relativamente ao efeito nas crianças de mães Verbalmente Agressivas. "In addition to talking about why it is important for parents to avoid lots of verbally aggressive behavior to avoid damaging their child’s self-esteem, parents who have this tendency also need to learn how to follow their child’s lead and read their child’s signals, as opposed to just taking over the play period themselves.”

Na casa II a criança estrutura a sua auto-estima e aprende a valorizar-se, muitas vezes adoptando os valores dos modelos, o pai e a mãe. São estes os 1ºs "outros" (casa oposta) que irão atestar o seu valor. Por isso elogiar uma criança quando ela merece poderá ser terapêutico, há quem tenha sempre ouvido da figura paternal que podia ter feito melhor independentemente do empenho... Provavelmente esta criança acabará por se imbuir da ideia de que faça o que fizer nunca será suficiente. O que poderá estimular o esforço contínuo ou fazê-la desistir mesmo antes de tentar.

Ao se sentir confortável na sua pele a criança vai chegar à casa V e dar-se sem medos, brincar, mostrar tudo o que tem, expor dúvidas e manifestar interesse genuíno, está certo que será sempre amado (casa oposta). No caso contrário, se sentida alguma restrição de afectos no meio familiar, dando lugar a tensões na forma como se entrega, por receio de não ser amado ou por não saber como fazê-lo. Esta área de vida poderá ser um fulcro de ansiedade, e usar de subterfúgios para se entregar, normalmente acabando por atrair situações erróneas e diferentes daquelas que se necessita na realidade.
A casa V e a VII, fazendo parte do perfil sexual, é aqui que muitas vezes se irá manifestar em adulto a tensão.


Os homens são o que as mães fazem deles.
Ralph Waldo Emerson

4 comentários:

Samsara disse...

Eu tento, nem sempre consigo. É bom ler sobre isto para me ir lembrando. Às vezes, no calor do momento, perante tanta teimosia, solta-se um tom mais agressivo.
Já a apanhei a ralhar com as bonecas e faz-me pensar...Até me ralha a mim a dizer para não ser teimosa.
Bjs.

Ana Cristina Corrêa Mendes disse...

Princesa acho que já é fantástico teres essa consciência e a tua contestação é soberba para o caso :-)
Tenho a certeza que dás o de melhor tens. Bjo

António Rosa disse...

Tarefa difícil, o ser mãe.

Tenho uma amiga que, não tendo estudado formalmente astrologia, percebeu que poderia usar como ferramenta na educação dos 2 filhos. Hoje são adolescentes e a mãe faz uma análise semestral.

É o único caso que conheço.

Abraço

Ana Cristina Corrêa Mendes disse...

António ainda bem para ela. Creio que não é preciso ser astrólogo para se usar a astrologia como ferramenta para melhorar qualidade de vida... como outra coisa qualquer basta querer saber e procurar...

Ana Cristina