8 de ago de 2008

Arquitectando o destino



A carta astrológica é indicadora das faculdades e potencialidades à disposição do individuo e para seu uso como bem lhe aprouver. Não representando o "destino" e sim "oportunidades". Oportunidades que caberá a cada um aproveitar e multiplicar, uma conjugação de esforços individuais e a devida colaboração do meio em que a pessoa se insere. A titulo de exemplo prático, uso um caso que conheço de perto, a aproximação do 2nd retorno de Saturno, espelhava a época de balanços e no caso cheios de mágoas e ressentimentos, que por sua vez se estavam a transformar num quadro depressivo. No decorrer da nossa conversa, foi discutido um sonho antigo e delineado um plano para tornar este numa realidade. Atendendo à idade em que se dava a crise e a dinâmica da vida actual, não havia tempo a perder. O mês seguinte foi pródigo em vencer os obstáculos que inicialmente pareciam intransponíveis e na angariação de apoios. Tudo resultou, tudo foi facilitado, ficando só a faltar o empenho do próprio para dar o impulso final ao seu projecto. A oportunidade estava identificada e o plano arquitectado, ficando só a faltar agarrar o arregaçar das mangas. Ainda aguardo o descruzar de braços. Por isso escrevo este, para que outros braços se abram como que por magia.

8 comentários:

Samsara disse...

Ana Cristina
Ainda ontm tive uma longa conversa com a minha mãe sobre o seu 2º retorno de Saturno. Tem Saturno na X em Balança. Voltou a estudar com todo o empenho. Vou dar-lhe o teu artigo para ler.
Bjs.

Samsara disse...

Olá outra vez!
Reparei nos aspectos dinâmicos, muito obrigada.
Beijinhos e um dia feliz

Samsara disse...

Pela 3ª vez, o aspecto dos aspectos dinâmicos mudou.
Bjs.

Ana Cristina Corrêa Mendes disse...

Fico feliz com o exemplo da tua mãe, são importantes os exemplos das pessoas que alcançam primeiro que nós os patamares onde um dia chegaremos. Vê-los viver em pleno é uma alegria.
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Ainda bem que gostaste, não tens que agradecer.
bjo

António Rosa disse...

Ana Cristina,

Excelente alerta, que deveria ser mais divulgado.

Um casal amigo (a Luísa e o Frederico), já aposentados, (diga-se com comodidade financeira) deram uma volta completa à vida, após o 2º retorno, que em pleno trânsito, os baralhou um bom bocado. Depois perceberam... [Estou a falar de um trânsito ocorrido em 2006].

- Ela tirou um curso de iniciação à astrologia (uma antiga necessidade) outro de numerologia. Hoje é voluntária numa associação para casos de perdas (família, filhos, saúde) e usa estas ferramentas para ajudar as pessoas em crise. Está a preparar um livro com testemunhos de vida, que tenciono publicar.

- Ele, que sempre gostou de cozinhar, decidiu tirar um curso médio (1 ano) de cozinha criativa e agora faz umas almoçaradas incríveis e saborosas onde junta os amigos, à sombra de uma latada (vinha) na sua casa a 30 minutos de Lisboa. As almoçaradas são o pretexto para tirar muitas fotografias dos seus cozinhados, incluindo step-by-step da preparação. Está a criar uma box onde guarda as fichas das receitas impressas em cartolinas e devidamente plastificadas.

Ambos estão muito felizes.

Há uns meses adquiriram uma auto-caravana muito boa e têm viajado muito.

Neste momento, estão há mais de um mês por essa Europa em roteiro de investigação, tentando aprender se a gastronomia portuguesa influenciou a Europa do centro e sul.

Entretanto ela prossegue a escrita do seu livro num portátil.

Abraço

António

Maria Paula disse...

Bom dia Ana...

Hoje fico por espectadora atenta... Ainda estou a viver o rescaldo do meu 1º retorno...

No meu meio familiar também não tenho exemplos.

Mas é bom conhecer diversos testemunhos.

Parabéns a todos

Como disse ao António, tenha um bom dia Astrológico com os "JO" :)

Ana Cristina Corrêa Mendes disse...

Wow António que excelente exemplo, adoro vidas vividas em pleno...é um privilégio.

Obrigada pela contribuição.

:-) Abraço 888

Ana Cristina Corrêa Mendes disse...

Maria Paula, aprende-se muito com os exemplos, uma faculdade que se vai aprendendo e valorizando ao longo da vida. Talvez porque comecemos a valorizar a nossa própria história.

Abraço