30 de set de 2008

criancices




Interessante este artigo, em que um estudo sugere que a criança só a partir dos 12 anos em diante aprende com os erros; se pensarmos que astrologicamente é aos 12 anos tem lugar o 1º retorno de Jupiter (o planeta da expansão e dos conhecimentos avançados). O retorno deste planeta augura sempre um tempo de recompensa e por vezes de realinhamento. Para que a almejada recompensa tenha lugar será necessário que algo se tenha feito em prol desta e será o entendimento, de que para colher frutos há necessariamente um trabalho prévio que aos 12 anos se tem capacidade de apreender. No mesmo artigo é referido que aos 8 anos a criança não estará muito receptiva ás correcções negativas e portanto a ineficácia das mesmas. Estando no entanto totalmente aberto para as reacções de apreciação pelos seus feitos. Por volta dos 7-8 anos, a criança está a viver a 1ª quadratura de Saturno, que normalmente coincide com o primeiro confronto com as figuras de autoridade, os pais. A necessidadee de marcar posição, de experimentar até onde pode ir, testar os seus limites dá-se precisamente nesta fase. Aos 8 anos a criança estará a viver uma volta completa de Marte (2 em 2 anos) uma intensificação da sua vontade. Como existe uma forte tendência para se repetir padrões, vale a pena pensar se a criança que perpetuamos dentro de nós é a de 8 ou 12 anos e qual a bagagem que trazemos daquela altura da nossa vida.

11 comentários:

cova-do-urso disse...

Bom dia Ana Cristina,

Admiro sempre quem consiga aplicar os conhecimentos astrológicos às crianças.

Pessoalmente, tenho dificuldade em o fazer, apesar de entender que é de uma grande importância.

Belo ensinamento, este o de hoje.

Resto de dia feliz

António

Ana Cristina Corrêa Mendes disse...

:-) Obrigada António, foi como consegui entender a nossa eterna criança. No caso das crianças, o facto de elas estarem no estado puro facilita um pouquinho.
Abraço

Samsara disse...

Olá Cristina
Estes posts das crianças são sempre úteis
Tem um dia feliz
Beijinhos

Ana Cristina Corrêa Mendes disse...

Obrigada Sam :-) votos de dia fantástico.
Beijo

Teresa Marcelino disse...

Adoro a junção destas duas áreas. Considero que a Astrologia podia ser uma excelente ajuda na educação, desde que Pais e Professores trabalhassem conjuntamente com Astrólogos.

Socialmente, ainda estamos um passo atrás. Temos um Psicólogo por escola, que não chega para as encomendas.

Quero acreditar que um dia o Astrólogo também vai lá estar. Enquanto esperamos é bom ter dicas como estas no "serviço público" e voto para mais artigos nesta área.

Abraço

Teresa Marcelino disse...

Acabei de ir ler o artigo que originou o post. Muito interessante mesmo. Coloquei o site nos meus favoritos.

Obrigada!

Ana Cristina Corrêa Mendes disse...

Teresa, obrigada pela sua visita e cometário, a astrologia quando devidamente empregue poderia ser uma mais valia para diversas áreas que visam o melhoramento da condição humana. Afinal desaguamos sempre no mesmo; o todo quando se emprega uma visão holística.

Bjo

Astrid Annabelle disse...

Ana Cristina,
muito interessante.
As sete anos fecha-se completamente o que vulgarmente se chama de "moleira". É o momento onde o nascer se completa. A partir daí podemos concluir muita coisa inclusive "Por volta dos 7-8 anos, a criança está a viver a 1ª quadratura de Saturno, que normalmente coincide com o primeiro confronto com as figuras de autoridade, os pais. A necessidadee de marcar posição, de experimentar até onde pode ir, testar os seus limites dá-se precisamente nesta fase."
Deixa o que refletir, não?
Um beijo e agradeço mais uma vez.
Astrid

Ana Cristina Corrêa Mendes disse...

Eu é que agradeço Astrid e é interessante quando começamos a juntar os vários olhares sobre o mesmo prisma. Aprendemos sempre :-)
bjo

neo disse...

Ana Cristina.
Interessante o estudo e a sua colocação pela Ana Cristina, mas permito-me colocar uma evidência constante nas relações interpessoais, muito poucas pessoas aprendem com os erros.Erram até ao fim. Há crianças que aos dois três anos já testam os seus limites quer em feitos, quer em oposição à autoridade paterna. Nós próprios, como diz, temos a nossa criança, ou a parte de nós que não deixou de ser criança, e toda a vida é feita desse ser criança, as partidas,os arrufos ou amuos, os jogos de poder, as fugas de informação, as interpretações.Os afectos e as carências de afectos. Poucas pessoas utilizam a racionalidade, ainda que o digam, porque somos crianças emotivas.
Perdoe se fui além do limite dum comentário, mas tal é porque sinto uma enorme sensibilidade ao tema do ser criança, talvez porque cresci pouco, porque fui, no meu entender muito maltratado em criança,, ou porque sinto que as crianças grandes continuam a brincar, da mesma forma de quando eram pequenas.
Um abraço de amigo

Ana Cristina Corrêa Mendes disse...

Neo, não tem que se justificar, é sempre um prazer ouvi-lo. Era bom que todos continuássemos a brincar, eu tenho para mim que muitos não tiveram esse direito e agora em adultos ficam sem saber como o fazer.
Abraço