7 de out de 2008

técnicas de defesa



Todos os que já aprenderam técnicas de defesa pessoal, sabem que resistir usualmente vulnerabiliza ainda mais a vitima. Será instinto o que leva a pessoa a responder ou a fazer força contrária até aprender que release, manter a calma e não oferecer resistência poderá ser a melhor defesa ou seja a que nos oferece uma saída por maior que seja a turbulência. A 1ª coisa que se nota quando se olha para uma carta astrológica é de que lado se agrupam mais planetas, no hemisfério superior (Sul), no inferior (Norte), do lado do Ascendente (Este), do Descendente (Oeste), que como tudo nesta linguagem simbólica tem o seu significado. Ao longo da aprendizagem vamos integrando e dando prioridade ao que é realmente importante. Sempre que vejo uma casa Ascendente muito preenchida, cogito acerca da resistência do dono do horóscopo e o meu segundo pensamento vai para o que terá estado por detrás desta necessidade de resistir e se defender, o que terá na infância (na casa dos progenitores) originado este sentimento de insegurança individual ligada a sentimentos de solidão. A partir daqui, vamos deixando que os planetas em questão nos conduzam, não se trata de adivinhar mas sim de entender a força motriz, mais do que saber o que aconteceu, a ideia será trabalhar uma forma eficaz para que sejam quebrados estes hábitos de defesa, que levam a que quem se defende saía sempre com escoriações, uma eterna vitima. Caso o aglomerado de planetas se encontre na casa contrária, teremos o perfil do agressor, não no sentido do vilão mas daquele que se projecta sobre os outros, sabendo muito acerca de como satisfazer, conduzir e ajudar os outros deixando as próprias necessidades para trás. Usando a parábola inicial, aqui o ataque será sempre a melhor defesa, já que o instinto o alerta para os perigos de que sozinho irá ter que se voltar para si e as batalhas serão muito mais duras, uma que há em si facetas que não lhe são fáceis de entender e aceitar. Enquanto ocupa o tempo com os outros terá sempre uma desculpa perfeita, não fosse a constante insatisfação que tende a aumentar ao longo da vida. Trabalhar a aceitação dos seus valores que poderão ser diferentes, daqueles que os outros se habituaram a nos conhecer, será uma batalha de vida que vale a pena encetar.

4 comentários:

Maria Paula Ribeiro disse...

Boa noite Ana,

Mais uma vez uma belíssima aula.
Esta vai para o dossier. :)

Um bom dia para ti
Beijinhos

Ana Cristina Corrêa Mendes disse...

Beijinho Maria Paula, obrigada.

cova-do-urso disse...

Bom dia, Ana Cristina,

«Sempre que vejo uma casa Ascendente muito preenchida...» - ler isto e o que se segue, provocou uma estranha sensação de sentir um friozinho.

Até logo

António Rosa

Ana Cristina Corrêa Mendes disse...

António Rosa :-) sabe que o entendo :-)votos de um dia mais quentinho.
Abraço