acredito que quando se fala de instinto de sobrevivência, se associa à força de um animal como sinal do poder desta energia inata aos humanos.
Ora quando nos referimos a este poder de instinto associamos ao signo de Escorpião, à Casa 8, a Plutão e a Marte. Quando se (re)age por instinto, não querendo entrar em teorias de inconsciente e não-consciente, mas ao simbolismo do signo e da Casa como áreas que requerem aprofundamento para que o individuo se conheça, até onde e até quanto.
Neste signo e nesta Casa do elemento Água e profunda, muitas vezes indicia que os planetas pessoais ali emersos, sentem esse peso emocional e sucumbem a este. Os trabalhos nestes palcos são sempre profundos, lida-se com a morte, o sexo, a sobrevivência. e o dinheiro dos outros. Nos tempos modernos dinheiro está associado à sobrevivência, para além da sua conotação de poder.
No actual ciclo socioeconómico, uma grande maioria conhece de perto casos mais ou menos dramáticos de sobrevivência. Alguns já terão assistido ao descontrole de indivíduos ao se sentirem inibidos monetariamente falando, o risco da não subsistência das necessidades básicas.
Foi este descontrole, que me fez pensar em Plutão e nas suas Forças obscuras; fez-me pensar no instinto sexual e no descontrole para se atingir o climax, um campo muitas vezes sem leis. O que encontra paridade em força e na falta de controle quando o dinheiro falta. Momentos em que nos tornamos bichos.
Plutão em Capricórnio, temos visto este reflexo no arrasar de status quo, o que tinha sido erigido pelo trabalho - Saturno e Capricórnio; morre e transforma-se, individualmente poderá dar lugar ao descontrole com base na perca.
Exerce-se o poder animal "atiçado" por Úrano em Áries (quadratura actual). Acções não racionais em prol da sobrevivência. Úrano electriza a vontade própria, a necessidade de igualdade, as energias são fortes e capazes de se sobrepor a acção à razão. O instinto que se eleva ao racional.
Com a entrada de Saturno em Escorpião (Outubro 2012), este poder animal deverá ser temperado, uma aprendizagem dura, um assumir de responsabilidade, as restrições ao desejo. O poder vem deste trabalho. O desejo cede às lições de vida. As transformações muito provavelmente á custa de crescimento emocional. Na carta pessoal, poderão verificar as passagens de Saturno na Casa 8 e encontrarão paralelismos.
5 de mai. de 2012
20 de abr. de 2012
cardume de pessoas
mudança de paradigmas, novo ciclo, novos tempos, chavões que enchem bocas e ouvidos. Como um cardume o qual não existia se não fizéssemos parte dele.Já para não falar dos negativos que por razões colectivas e pessoais não deixam ninguém indiferente. Cada um estará a sentir este grande período de mudança e todos sabemos que estes muitas vezes se apresentam como saltos no abismo, sejam em forma de desemprego, divorcio, doença ou morte.
Algo que deixou de estar/ser como era, resta a atitude de cada um, Úrano em Áries exulta o individuo ao risco, Áries é o iniciador, muitas vezes isolado, Úrano rege um signo colectivo, iniciar para e com o colectivo, a individuação.
Saturno o grande regulador, em Balança, os relacionamentos, as alianças têm vindo a ser avaliadas, restringidas e reforçadas; a ideia é mesmo só ficarem as devidamente alicerçadas. Deixando para trás as fracas e descompensadas.
Plutão continua em Capricórnio, arrasando com o estabelecido, não há lugar para remendos mas, para se acertar contas, expurgar e (re)começar com idoneidade.
Uma nova ordem que se perfila, enquanto isso aqui e ali abusos, estes também reflectidos por Plutão em Saturno; o medo da perca que quer controlar pela força.
Nesta fase o lamento não ajuda e pelo contrário atrasa, por palavras e pensamentos agarramos-nos ao passado. Muitas vezes esta mudança, a um nível pessoal vem na forma do que nos parece ser uma perca de status; o emprego que se foi e por isso já não conseguimos SER aquilo que assumíamos ser para os outros. Estão em jogo as cristalizações e segurançazinhas pessoais. O que resta a atitude de cada um.
Neptuno em pleno curso em casa própria, o colectivo e o entendimento superior, holistico. Não somos um mas parte todo = responsáveis pelo todo.
Vamos assistindo a um multiplicar de acções em prol dos desfavorecidos, doações (não incluo as que tiveram como fim descontos no IRS). O despertar da religiosidade pessoal, alteram-se valores, reconhecem-se as futilidades; Neptuno a nível pessoal, cobre, dissolve, pode dar lugar ao desinteresse pelo status. O que resta a atitude de cada um para se interessar, criar.
Em Outubro, Saturno entra em Escorpião, individualmente os planetas da carta pessoal a receberem o contacto desta visita prenunciam as linhas mestras, talvez mesmo recordando os anos de 1983-85. No colectivo a seriedade perante assuntos como a prepotência, sexualidade, dinheiros públicos e morte. De notar que Plutão estará na casa de Capricórnio, acontecendo a mutua recepção ou seja estes dois senhores fortalecem-se um ao outro.
O que podemos esperar; conservadorismo e responsabilidade o que me parece fazer todo o sentido perante o que vivemos actualmente.
6 de jan. de 2012
Imprevisões
Depois das habituais previsões de 2012, a mim apetece-me reflectir sobre as imprevisões e imprevistos, não se perguntem se são boas ou más; apenas recordo o que alguém disse já; esperar o pior é rezar para que este aconteça.
Com um ano pela frente com Úrano a transitar Carneiro, signo Cardinal, agora no Aries Point, num signo de Fogo, impulsionador (todos temos este ponto algures no nosso horóscopo) são previsíveis os "imprevistos" sendo que estes não acontecem apenas de fora para dentro. Afinal o exterior é um reflexo do interior.
Muitas vezes nós já libertámos de coisas, pessoas ou situações sem que tomemos consciência disso, por hábito ou por falta de reflexão não nos apercebemos do que somos ou queremos as mesmas coisas. Parecendo aquelas crianças que passam um ou dois dias sem chupeta, deixou de lhes fazer falta, de repente alguém as lembra da dita e desatam a chorar. Nós adultos também choramos por chupetas que na realidade já não nos fazem falta.
Com Úrano activo e a dinamizar um ponto ou luminar da nossa carta, podemos esperar electricidade, desapego, mudança, excitação, alteração.
Se o vemos apontar a Significadores da área profissional, em vez de temer a "perca" da situação, porque não abrir para uma mudança que até poderá ser um desejo antigo - não era bem agora, não me convinha neste momento - será melhor agarrar o momento.
Da mesma forma se virmos esta imprevisibilidade tomar de assalto os Significadores dos relacionamentos, antes de chorar porque vai ser abandonado(a), repare bem dentro de si e "sinta" bem o que lá vai dentro. Tenho a certeza de se vai surpreender.
Úrano também pode ser isto, surpresa, acordamos um dia novinhos em folha, sem o peso do passado. Os esqueletos ficaram para trás. Prontos para uma nova fase.Será que está pronta(o) para uma nova oportunidade?
Estas fases, que nos aparecem reflectidas no horóscopo pessoal por um Úrano activo, súbitas, podem ou não ser fugazes, são diferentes. Úrano é também individuação, por isso mais do que nunca viver aquilo que somos, a nossa verdade, é essencial que se aproveite esta onda de mudança de encontro ao nosso eu.
Votos de um ano de 2012 recheado de modernas oportunidades.
14 de ago. de 2011
ré-entrée
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| by Isabel Subtil |
Sugiro que tenha mais atenção aos detalhes e, veja o que mudou, as mudanças têm que ser notadas por quem olha, quando não são apenas distracções, como uma animação que presenciamos, distrai-nos por momentos.
Podemos ter a sensação de estar a passar pela mesma situação, mas não somos os mesmos, os nossos pensamentos alteraram-se, encaramos a mesma situação com mais robustez. Afinal é de Saturno que se fala, da necessidade de concretização, de solidez à custa de responsabilidade nossa.
O que não foi Resolvido antes, tende agora a ser resolvido, tivemos tempo para amadurecer.
Deixando a rua e olhando para cima. Úrano continua a sugerir libertação, em busca da individuação em prol da verdade de cada um. Chegam-nos todos os dias noticias de derrocadas e de atitudes de rebelião, é comum dizer-se que o mundo está a mudar, que não há nada garantido, que a incerteza é um dado adquirido e que temos aprender a viver assim...
No entanto, e irónico como nos nossos mudinhos permanecemos atavicamente agarrados ás mesmas seguranças que se desfazem aos nossos olhos.
Agora quando Mercúrio voltar a Directo, no final de Agosto, com Lua Nova em Virgem, uma oportunidade para plantar o novo nas nossas vida, com o grau de detalhe tão próprio do signo. Responsavelmente escolher.
29 de jul. de 2011
mal-me-quer...bem-me-quer
... as reticências são o equilíbrio para...são o Saturno em Balança...são os alicerces sólidos dos relacionamentos que perduram e trazem satisfação de se sentir bem-querido(a). Muito se tem falado acerca das potencialidades deste período, aqui, aqui.
Mas há sempre mais alguma coisa a dizer. São as reticencias, neste período tenho encontrado muitos que se debatem com o relacionamento e logo com os parceiros (as). Todas as desculpas já ouvi, bem como os loopings intelectuais na procura vã de quem é o culpado, de quem mudou, de qual deles está a passar um período critico pondo em causa a relação.
Um ponto comum todos sabem apontar o dedo e vá até os que chegam a admitir que talvez tenham mudado.
Se bem que estas mudanças que até admitam em si, não seja o ponto fulcral da questão, este é um pouco mais profundo. Nem lhe chamaria mudanças mas contínuos retornos ao ponto fulcral.
Em astrologia aprendemos a ver reflectidos, os nossos relacionamentos, a forma como nos damos e como recebemos. Estudamos o potencial desenvolvimento do individuo e de como este desde pequeno se relacionou com o amor, se de uma forma facilitada, se teve que lutar por este, de se esforçar para o receber, etc.
O que é que eu encontro de comum em muitos dos que me têm procurado; o planeta regente ou residente da Casa 7 desafiado, (poderá ser por outros) mas para o caso vou apenas apontar Saturno. A condição da Lua, na maioria das vezes faz eco.
De alguma forma, os valores relacionais foram apreendidos com uma necessidade de esforço, um padrão de limitação começou a ser formado sejam quais forem as razões para tal. E perdura até hoje. As dificuldades sentidas na infância, padronizaram comportamentos que acabam por provocar antigos re-sentimentos ao se perpetuar os ditos, inconscientemente.
Como seres pensantes, existe a necessidade de se analisar o assunto, discutir, cobrar à outra parte as faltas. O que se sente tem que ser intelectualizado, esmiuçado e explicado. O intelecto e as razões tomam conta.
Turvando o cerne da questão, o porquê do o padrão relacional que adoptou para si mesmo e que para o viver vai procurar quem lhe faça repetir as mesmas sensações, as vezes que forem precisas.
Ou seja, não se sentiu devidamente valorizado, foi sempre difícil confiar, não lhe dedicavam o carinho que necessitava, a compreensão, a atenção, sentia-se privado de liberdade, de diálogo? Fazia tudo para agradar e nada era suficiente?
E agora com 50 anos ainda sente isso? Será que a culpa é mesmo do outro?
Aproveitando a Lua Nova em Leão, para clamar o amor a que tem direito, não necessariamente uma dívida dos outros, mas sim uma dívida nossa para com nós próprios.
Mas há sempre mais alguma coisa a dizer. São as reticencias, neste período tenho encontrado muitos que se debatem com o relacionamento e logo com os parceiros (as). Todas as desculpas já ouvi, bem como os loopings intelectuais na procura vã de quem é o culpado, de quem mudou, de qual deles está a passar um período critico pondo em causa a relação.
Um ponto comum todos sabem apontar o dedo e vá até os que chegam a admitir que talvez tenham mudado.
Se bem que estas mudanças que até admitam em si, não seja o ponto fulcral da questão, este é um pouco mais profundo. Nem lhe chamaria mudanças mas contínuos retornos ao ponto fulcral.
Em astrologia aprendemos a ver reflectidos, os nossos relacionamentos, a forma como nos damos e como recebemos. Estudamos o potencial desenvolvimento do individuo e de como este desde pequeno se relacionou com o amor, se de uma forma facilitada, se teve que lutar por este, de se esforçar para o receber, etc.
O que é que eu encontro de comum em muitos dos que me têm procurado; o planeta regente ou residente da Casa 7 desafiado, (poderá ser por outros) mas para o caso vou apenas apontar Saturno. A condição da Lua, na maioria das vezes faz eco.
De alguma forma, os valores relacionais foram apreendidos com uma necessidade de esforço, um padrão de limitação começou a ser formado sejam quais forem as razões para tal. E perdura até hoje. As dificuldades sentidas na infância, padronizaram comportamentos que acabam por provocar antigos re-sentimentos ao se perpetuar os ditos, inconscientemente.
Como seres pensantes, existe a necessidade de se analisar o assunto, discutir, cobrar à outra parte as faltas. O que se sente tem que ser intelectualizado, esmiuçado e explicado. O intelecto e as razões tomam conta.
Turvando o cerne da questão, o porquê do o padrão relacional que adoptou para si mesmo e que para o viver vai procurar quem lhe faça repetir as mesmas sensações, as vezes que forem precisas.
Ou seja, não se sentiu devidamente valorizado, foi sempre difícil confiar, não lhe dedicavam o carinho que necessitava, a compreensão, a atenção, sentia-se privado de liberdade, de diálogo? Fazia tudo para agradar e nada era suficiente?
E agora com 50 anos ainda sente isso? Será que a culpa é mesmo do outro?
Aproveitando a Lua Nova em Leão, para clamar o amor a que tem direito, não necessariamente uma dívida dos outros, mas sim uma dívida nossa para com nós próprios.
15 de jul. de 2011
isto não é um receituário
...apenas um conjunto de reflexões entre Agrimony e a Casa 12; os que ali têm planetas residentes conhecem, a dificuldade de se sentirem totalmente agradados e integrados, uma carência intimista.
Sendo aquela Casa a sua prisão mas também a libertação.
A prisão, quando isolada dos demais, quando não se obtém satisfação para a necessidades - Lua, para o que dá prazer - Vénus, para o reconhecimento - Sol, para a vontade - Marte.
A verdade não é que os outros não nos vejam, não queiram saber das necessidades, ou do que desejamos e queremos. A verdade é que silenciamos, que protegemos, que deixamos de praticar o fluxo de saída Não se transmite aos outros aquilo que se sonha e por vezes a torrente jorra em catadupa em vez de fluir...dando origem a erupções...e reacções as quais no seu pior nos remetem para o tal silêncio confortável.
A libertação, o nosso mundo, o silêncio que apazigua, a fronteira entre o real e o irreal tão fácil de transpor. Ali não há ameaças ou desilusões. Elevamos-nos, afastamos-nos mais.
Vai-se vivendo como somos, como estamos reflectidos no mapa astrológico. Neste podemos conhecer o que é mais desafiante e o que é mais fácil; sendo que o desafiante não pretende ser "apenas" uma corroboração do que somos - sou assim e pronto - mas como mapa que é, um instrumento para ser usado, no auto-conhecimento das potencialidades e do que nos é necessário praticar e melhorar...obtendo mais-valias do que com a velha atitude de que sou assim e pronto. Que está padronizada obtendo os resultados a que se habituaram, tantas vezes diferentes daqueles que no recanto da Casa 12, se sonham.
Não me esqueci da Agrimony ...is the remedy for people who keep their troubles hidden under a mask of pleasure and happiness. The sad clown masking inner hurt by being the life and soul of the party is an Agrimony archetype. Friends are often the last to know that anything is wrong in the Agrimony person's life.
Sendo aquela Casa a sua prisão mas também a libertação.
A prisão, quando isolada dos demais, quando não se obtém satisfação para a necessidades - Lua, para o que dá prazer - Vénus, para o reconhecimento - Sol, para a vontade - Marte.
A verdade não é que os outros não nos vejam, não queiram saber das necessidades, ou do que desejamos e queremos. A verdade é que silenciamos, que protegemos, que deixamos de praticar o fluxo de saída Não se transmite aos outros aquilo que se sonha e por vezes a torrente jorra em catadupa em vez de fluir...dando origem a erupções...e reacções as quais no seu pior nos remetem para o tal silêncio confortável.
A libertação, o nosso mundo, o silêncio que apazigua, a fronteira entre o real e o irreal tão fácil de transpor. Ali não há ameaças ou desilusões. Elevamos-nos, afastamos-nos mais.
Vai-se vivendo como somos, como estamos reflectidos no mapa astrológico. Neste podemos conhecer o que é mais desafiante e o que é mais fácil; sendo que o desafiante não pretende ser "apenas" uma corroboração do que somos - sou assim e pronto - mas como mapa que é, um instrumento para ser usado, no auto-conhecimento das potencialidades e do que nos é necessário praticar e melhorar...obtendo mais-valias do que com a velha atitude de que sou assim e pronto. Que está padronizada obtendo os resultados a que se habituaram, tantas vezes diferentes daqueles que no recanto da Casa 12, se sonham.
Não me esqueci da Agrimony ...is the remedy for people who keep their troubles hidden under a mask of pleasure and happiness. The sad clown masking inner hurt by being the life and soul of the party is an Agrimony archetype. Friends are often the last to know that anything is wrong in the Agrimony person's life.
10 de jun. de 2011
novas oportunidades
Os que me conhecem sabem que defendo a necessidade de se olhar para trás, leia-se entender anteriores desafios para que se viva em pleno o presente, tirando o maior partido das coisas fantásticas ao nosso alcance.
Existe actualmente no "ar", uma certa dinâmica de expansão, no que toca a expectativas e recompensas, isto é o que nos indica Júpiter na nossa carta natal, esteja ele onde estiver. Tirando a conotação religiosa, onde está a nossa fé.
Neste momento este planeta passa por uma certa Casa no mapa natal de cada um, ou seja onde está o signo de Touro, que como sabemos regido por Vénus tem características de gostar de valores palpáveis, de saborear a vida com conforto e prazer. É natural que esta característica seja expandida por esta passagem e mais sentida na parte da nossa vida, que é reflectida pela Casa onde se encontra Touro.
A última vez que Júpiter esteve aqui, foi entre meados de 1999 e 2000, alguns poderão recordar o que na época esteve em jogo, o que acreditaram ser possível.
Se bem que não possa deixar de indicar que naquela altura, Saturno transitava também em Touro, ou seja se um indicava expansão o segundo, apontava para restrições e que as ditas recompensas poderiam não vir como as pensávamos.
Neste novo ciclo, Saturno também sob cores de Vénus mas em Libra, deixa Júpiter sem sombra,ou limitações. Por isso caso se perfilem situações que nos façam reportar ao passado, é possível que o desenrolar seja diferente. Ou que o que ficou por entender na altura passe a fazer sentido agora.
Existe actualmente no "ar", uma certa dinâmica de expansão, no que toca a expectativas e recompensas, isto é o que nos indica Júpiter na nossa carta natal, esteja ele onde estiver. Tirando a conotação religiosa, onde está a nossa fé.
Neste momento este planeta passa por uma certa Casa no mapa natal de cada um, ou seja onde está o signo de Touro, que como sabemos regido por Vénus tem características de gostar de valores palpáveis, de saborear a vida com conforto e prazer. É natural que esta característica seja expandida por esta passagem e mais sentida na parte da nossa vida, que é reflectida pela Casa onde se encontra Touro.
A última vez que Júpiter esteve aqui, foi entre meados de 1999 e 2000, alguns poderão recordar o que na época esteve em jogo, o que acreditaram ser possível.
Se bem que não possa deixar de indicar que naquela altura, Saturno transitava também em Touro, ou seja se um indicava expansão o segundo, apontava para restrições e que as ditas recompensas poderiam não vir como as pensávamos.
Neste novo ciclo, Saturno também sob cores de Vénus mas em Libra, deixa Júpiter sem sombra,ou limitações. Por isso caso se perfilem situações que nos façam reportar ao passado, é possível que o desenrolar seja diferente. Ou que o que ficou por entender na altura passe a fazer sentido agora.
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