21 de ago de 2009

a força dos Elementos II


De volta aos Elementos e ás suas combinações na carta astrológica que como outros indicadores; hemisférios, padrões e qualidades, nos trás uma imensidão de informações pertinentes para que se entenda o todo. O Fogo elemento característico do signos de Carneiro, Leão e Sagitário, e que quando num horóscopo não se encontra nenhum planeta num destes signos, se concluí que aquela pessoa tem falta de Fogo. Ora este elemento é aquele que impele, encoraja, nos caracteriza como independentes, que nos atiça e atira para obtermos o que queremos. A falta deste elemento cria uma boa dose de resistência, no caso um conta-balanço do elemento Terra, uma cautela em demasia que poderá levar a um forte conservadorismo ou mesmo à inércia com base numa falta de inspiração e que nos é facultada pela fé.
O outro lado da equação, uma dose elevada de inspiração teremos o Fogo que se alastra, por vezes sem atenção ou controle. Ou seja aquele que "usa" doses elevadas deste Elemento tem tendência a ser consumido pela sua própria crença, como uma Joana D'Arc.

Conhecer as potencialidades e fragilidades já se sabe que é algo que a astrologia no proporciona e como isso a possibilidade de procurar, criar e desenvolver as características que nos são favoráveis. Não havendo bons e maus mas diferentes mecanismos. Com excesso do Elemento de Fogo a pessoa terá que aprender aquilo que lhe vai facilitar a vida ou seja; humildade, cooperação, moderação, responsabilidade, tolerância e a fazer um bom uso da energia que dispõe.

Quem me conhece sabe que não sou uma grande amante de sinastrias, a não ser que usadas após um muito bom conhecimento de ambas as cartas e com o acordo das duas partes. Quando alguém se encontra num período conturbado da relação tem tendência para vir a uma consulta trazendo a carta do outro, esquecendo que é ele mesmo que está ansioso e por isso mesmo em 99,9% das vezes existe este reflexo na sua própria carta e é o que basta para se fazer a análise possível do estado das coisas i.e. quando se quer falar do que não está presente. Olhar duas cartas apenas com base nos elementos podemos ter uma fantástica ideia do tipo de energias que envolvem a ligação, o Fogo que se manifesta impulsivamente ou o Ar que trás um vendaval de gargalhadas e ideias tocando na Água que agradece esta lufada mas fica perturbada pela rapidez com que se muda e facilidade com que se fala, ou mesmo a Terra que ora escaldada ora gelada quando aquecida pelo Fogo ou fustigada pelo Ar, busca climas mais constantes se bem que se possa sentir bastante atraída pelas altas amplitudes térmicas.

4 comentários:

Sandro Gomes disse...

Ana,

Um belo post. Tenho grande carência de fogo e excesso de água. Falta aquele "fogo", ardor pela vida, sempre mais pessimista e meio perdido e com pouca iniciativa para lutar.

Minha esposa tem excesso de ar e é mesmo essa lufada de vento que vive cheia de idéias e muito falante.

Abraços

Ana Cristina disse...

Olá Sandro, obrigado há que tirar partido dessa lufada de ideias para que agite essas emoções e intuições que tem :-)
Abraço

Joana disse...

Eu que tenho tanto fogo no meu mapa...

Aprendi com o teu post. Obrigada! :)

Ana Cristina disse...

Bom dia Joana e obrigada, espero que use esse Fogo para aquecer o clima, criar obra e incitar aqueles menos inspirados :-)
Bom domingo.